A dramaturgia de TV é, e ainda será por muito tempo, uma importante aliada do mercado de trabalho para atores, diretores, produtores, técnicos… Só como um exemplo recente, “Jezabel”, fruto da parceria entre Record e Formata, uma empresa de conteúdo audiovisual 100% brasileira

De acordo com a empresária Daniela Busoli, CEO da Formata, a macrossérie chega a movimentar mais de 500 pessoas, direta e indiretamente, com seus núcleos no Brasil e no Marrocos. Nesta conta também estão os mais diversos fornecedores, figurantes. Trata-se da primeira experiência com a Record e os resultados de produção impressionam.

Por sua vez, Alexandre Avancini, diretor de “Jezabel”, afirma que o formato de macrossérie pode ser uma alternativa para as TVs em sua luta para pôr fim às “barrigas” das novelas. Ele aposta nisso, apesar de reconhecer que existe também a questão “custo”. Para se pagar, as novelas ainda precisam romper a casa de 100 capítulos.

Ciente da importância da teledramaturgia, a direção da Record trabalha para manter dois horários inéditos. Já se sabe, por exemplo, que após “Jezabel” entrará em exibição “Gênesis”, de Emílio Boechat. E que já existem estudos para a sequência de “Topíssima”.